«Maioria parlamentar». Esta é a expressão adoptada por José Sócrates tendo em vista as próximas eleições legislativas. Admitindo um «certo desgaste» do Governo, o primeiro-ministro pensa agora numa situação que lhe dê garantias de se manter no poder.
Na sua opinião, o próximo acto eleitoral vai servir para os portugueses decidirem «que primeiro-ministro querem», segundo manifestou à entrada da reunião da comissão política do PS.
«O PS fez bem em assumir com humildade os resultados decepcionantes e a derrota eleitoral» (não foi isso que ele disse n.a) nas europeias de 7 de Junho, resultantes de «um certo desgaste do Governo em resultado de uma governação muito exigente e muito difícil com reformas muito ásperas e que foram feitas ao serviço do país». (quá quá quá, só pode estar a gozar)
A culpa pode ser mesmo das reformas, que «podem ter causado um desgaste, muito visível nos resultados eleitorais».Ainda assim, será importante «explicar as reformas» em vários sectores, como na educação, na energia e na ciência e na segurança social.
Questionado sobre se continuará a pedir uma maioria absoluta, José Sócrates surpreendeu: «O PS empenhar-se-á para uma solução de maioria parlamentar que dê ao Partido Socialista condições para governar.(Agora quem tem cú, já tem medo...há meses era tipo L’État cést mois)![]()
Este gajo não existe, aqui há uns meses a "ingovernabilidade" do país era tida pela máxima, sem espinhas... "hein volk, hein reich, ein fuhrer", agora de repente; -ai, ai Jesus um pactozinho de regime p.f. PLEEEASE.
Socas tem vergonha, não existes como homem de palavra quanto mais de político...tem vergonha e assume.
Paladinos, socretinos apareçam...não há pachôrra.




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