Estive na Alemanha a passar o ano. Fui visitar família, e enquanto lá estive, o meu primo acabou o contracto de fidelidade com a operadora de telemóvel.
Eu perguntei-lhe o porquê de ele ter optado por uma assinatura em vez de um pré-pago e ele disse-me que os tarifários dos pré-pagos são mais caros e que poucos os utilizavam.
Em portugal passa-se precisamente o contrário no que diz respeito à utilização dos pré-pagos. Mas eu.. tudo bem, ah e tal.. Quando chegamos ao mercado percebi o porquê de quase todos escolherem assinaturas...
Preços mais (bastante) baixos e telemóveis ao preço de um pão... literalmente.
Ele optou pelo LG Chocolate e pagou... 1,00 €. Sim... 1 euro por um telemóvel que tipicamente custa 340€. A assinatura dele inclui um conjunto de minutos por mês para ele falar, e depois preços muito interessantes quer para a rede dele quer para as outras.
Dando um exemplo mais próximo, a vodafone alemã oferece uma tarifa flat: Por 45€ por mês as chamadas são gratis para outros vodafones E rede fixa + sms para vodafones + o acesso ao portal vodafone + vodafone mobile mail + mobileTV ilimitado + Live ilimitado + 1 telefone a 1€, que apesar de não ser topo de gama, pode ser bastante bom. As chamadas para as outras redes são a 30 cnt./minuto.
A vodafone portuguesa? Por 50€ por mês têm 500 minutos para falar para qualquer rede. Para quem fala muito (e há gente que fala muito em trabalho), esta solução é, obviamente pior. E se não fosse para falar muito, não escolheria uma assinatura. Não há telefone a 1€, não há SMS incluidos, não há Live, mobile TV, mobile mail... mas há chamadas a 80 cnt./minuto para outras redes se passarem os minutos do pacote, que é para abrir a pestana.
Aliás, o flat rate é um coisa muito utilizada lá, seja para a internet, telefone fixo ou móvel.
Porque não se usa isso por estas bandas
Um abraço
Zé




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