Pioneirismo Luso ! 1º Desvio de Aviões Comerciais
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Título: Pioneirismo Luso ! 1º Desvio de Aviões Comerciais

  1. #1
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    Por Defeito Pioneirismo Luso ! 1º Desvio de Aviões Comerciais


    1º Em Pleno Voo.

    História ! Puros factos históricos ! Vale a pena não esquecer.

    Portugal também fez história noutros campos menos conhecidos.

    Um dos pioneirismos passou pelo DESVIO DE UM AVIÃO COMERCIAL EM PLENO VOO !!

    Embora com "nuances" diferentes o "Hijacking" de aviões comerciais actuais, teve o seu primeiro facto histórico com personagens e interpretes Portugueses.

    Ficam os relatos, boa leitura



    A história do avião desviado
    Os segredos da Operação Vagô


    Ninguém provocou tantos sobressaltos a Salazar como Hermínio da Palma Inácio – o lendário guerrilheiro dos mais ousados golpes contra a ditadura, o herói romântico que despedaçou corações no Brasil, em França, nos Estados Unidos. Hoje, pesam-lhe os 84 anos, a doença e as sequelas dos maus tratos nas prisões políticas do Estado Novo. Mas ainda sorri – e os olhos brilham quando recorda as aventuras que o tornaram numa verdadeira lenda.



    Dia 10 de Novembro de 1961, sexta-feira. O Super-constellation da TAP Mouzinho de Albuquerque descola à tabela do Aeroporto de Casablanca, em Marrocos. Eram 09h15. O comandante José Marcelino e o co-piloto Raul Teles Grilo ganham altitude, alinham o avião na rota para Lisboa e permitem aos passageiros desapertar os cintos e acender os cigarros. Estava bom tempo. A viagem, de cerca de hora e meia, prometia ser calma. Mal sabia a tripulação que entre os 18 passageiros seguiam seis guerrilheiros, inimigos jurados do regime, chefiados por Palma Inácio.

    A calma a bordo foi interrompida mal à meia hora de voo. Hermínio da Palma Inácio entra de surpresa pela cabina de pilotagem – e aponta o revólver à cabeça do comandante: “Isto é uma acção revolucionária. Não quero fazer mal a ninguém” – diz.

    Nunca, na história da aviação comercial, um avião fora tomado no ar. O plano dos revolucionários é arriscado: pretendem seguir na rota para Lisboa, simular a aterragem na Portela e voltar para trás, em voo rasante sobre a capital, Barreiro, Setúbal, Beja e Faro, para lançarem 100 mil panfletos com apelos à revolta popular contra a ditadura. Aterravam sãos e salvos em Tânger – onde Palma Inácio e companheiros esperavam asilo político.

    O co-piloto Teles Grilo, o mecânico-chefe António Coragem, o mecânico de voo Alberto Coelho não disseram palavra. Apenas o comandante Marcelino, ameaçado pelo revólver, tentou com serenidade demover o guerrilheiro. Disse que o avião não tinha combustível para regressar a Tânger. Mas Palma Inácio, que era mecânico de aviões e tirara nos Estados Unidos a licença de piloto de linha aérea, estava seguro do que fazia. Exigiu os registos de voo do Super-constellation – e verificou que os tanques tinham sido atestados em Casablanca. Havia gasolina à farta. O comandante tentou outro truque: “Como é que vai lançar os papéis? Eu não posso abrir as janelas do avião” – disse José Marcelino. A resposta de Palma calou-o: “Pode, pode. Voa o mais baixo possível, despressuriza as cabinas e abrimos as janelas de emergência.”

    Palma Inácio tinha a situação dominada. Lá atrás, a aventura também não podia correr melhor. Os outros cinco revolucionários nem sequer foram obrigados a levantar a voz e a mostrar as armas. O comissário de bordo Orloff Esteves e as duas assistentes, Maria del Pilar e Luísa Infante, aceitaram participar naquele momento histórico – e até ajudaram a lançar os panfletos. Nem todos os 13 pasageiros (americanos, espanhóis, belgas e dois portugueses) compreenderam que o avião fora tomado de assalto: só ficaram a saber depois da aterragem em Tânger.

    A cerca de meia hora de Lisboa, momentos antes de iniciar os procedimentos de descida, o comandante Marcelino contacta a torre de controlo – e recebe autorização para aterrar na pista 05. Faz a aproximação – mas, no último momento, acelera os quatro motores a hélice: o avião ‘borrega’ sobre a pista, ganha altura e afasta-se do aeroporto.

    José Marcelino volta a comunicar com a torre – e tenta explicar ao controlador, por meias palavras, que a bordo o obrigam a fazer um voo rasante sobre Lisboa e outras cidades a sul. “Repita lá?” – dizem-lhe da torre. A comunicação é interrompida pela voz de um general da Força Aérea, Costa Macedo – que pilotava um monomotor, percebeu tudo e deu o alerta. Minutos depois, dois caças F-84 levantam voo da Base de Monte Real: descolam com ordens para abaterem o avião da TAP caso não conseguissem obrigá-lo a aterrar em solo português.

    O Super-constellation iniciou então um perigoso jogo do gato e do rato. O avião teria de voar baixo, a escassos 100 metros de altura, para fugir aos radares e iludir os caças. A manobra era perigosa, só ao alcance de pilotos de elite.

    Os seis revolucionários tinham levado 100 mil panfletos, impressos em fino papel de seda, na bagagem de mão. O avião passou a rasar a estátua do Marquês de Pombal, sobrevoa a Baixa, guina sob Alcântara. Uma chuva de papéis cai sobre Lisboa – o mesmo no Barreiro, Setúbal, Beja, Faro. Cem mil panfletos voaram das janelas do avião. A missão estava cumprida.

    O Super-constellation, como estava previsto, aterrou no Aeroporto de Tânger, em Marrocos, às 12h50 de 10 de Novembro, sexta-feira. A operação mereceu honras da Imprensa internacional – era o que os revolucionários pretendiam. Salazar espumou de raiva.

    OS 'SEIS' MAGNÍFICOS

    O ‘comando’ revolucionário que executou o desvio do avião era constituído por seis portugueses asilados políticos no Brasil.

    Foram eles: Hermínio da Palma Inácio, Amândio Silva (hoje, director da organização privada Mares Navegados, que trabalha na promoção da cultura portuguesa no Brasil), Camilo Mortágua (agora estabelecido no Alvito, Alentejo, como empresário), João Martins (proprietário de um restaurante em Bruxelas), Fernando Vasconcelos (residente em Brasília) e Helena Vidal (já falecida).

    Helena, que era casada com Fernando Vasconcelos, estava grávida na altura da operação revolucinária. Ela entrou a bordo com as cinco pistolas presas à barriga por uma cinta. Palma Inácio subiu a bordo com o seu inseparável revólver escondido na meia.

    SUSTO NO MAR DO ALGARVE

    Após ter sobrevoado Faro, onde largou a última carga de panfletos, o comandante Marcelino continuou a voar a baixa altitude sobre o mar para não ser apanhado pelos radares.

    Estava uma bela manhã de Outono. Os pilotos avistaram dois navios de guerra. Só havia uma maneira de fugir à artilharia: mergulhar até meia dúzia de metros da linha água e passar entre os dois – e foi isso mesmo que fez José Marcelino.

    Já em Tânger, quando o avião aterrou, todos brindaram ao êxito da operação com o champanhe que havia a bordo.

    “Eu tratei-os bem”, recorda o comandante. Apanhou um mês de suspensão. A PIDE desconfiou que ele estava ‘feito’ com os ‘subversivos’. Marcelino não devia ter feito este voo: trocou de avião porque andava caído pela assistente de bordo Luísa Infante e queria ir com ela para Marrocos. O romance deu em casamento – e dura ainda hoje.

    GALVÃO E DELGADO, OS REVOLUCIONÁRIOS DESAVINDOS

    Quando foi lançado o assalto ao avião da TAP, o capitão Henrique Galvão e o general Humberto Delgado, os líderes da oposição não comunista, estavam irremediavelmente zangados.

    Ambos no exílio em São Paulo, no Brasil, tinham planos distintos, mas partilhavam os mesmos objectivos: derrubar o Estado Novo. Em finais de Setembro de 1961, empurrados por apoiantes comuns desesperados por acção, aceitam unir esforços e partem para Tânger.

    Enquanto Henrique Galvão congemina a ‘Operação Vagô’, Humberto Delgado conspira para um pronunciamento militar contra o regime em Portugal.

    Além do ódio a Salazar, os dois oposicionistas tinham uma outra coisa em comum: contavam, fosse para o que fosse, com um grupo de generosos revolucionários no exílio – como Palma Inácio, Camilo Mortágua, Amândio Silva, José Paulo Silva Graça, João Martins, Fernando Vasconcelos, Manuel Serra, Raul Marques.

    De acordo com os planos da ‘Operação Vagô’, Palma Inácio ficava em Tânger a fim de preparar o assalto ao avião a partir de Casablanca – enquanto o general Humberto Delgado partia sob disfarce para a Europa com o objectivo de preparar o pronunciamento militar.

    O general seria ajudado por um grupo constituído por Manuel Serra, Silva Graça e Raul Marques – que entrou clandestinamente em Portugal com a missão de encontrar militares e civis dispostos a participarem no golpe.

    O desvio do avião teria como objectivo o lançamento de panfletos de apoio à intentona. O grupo de Manuel Serra encontra dificuldades em organizar a insurreição e, ao contrárido do que esperava Delgado, o Partido Comunista recusa o apoio. Serra ainda pede aos companheiros de Tânger para adiarem o desvio do avião.

    Mas Henrique Galvão não lhe dá ouvidos. Tânger estava enxameada de agentes da PIDE, a Polícia política portuguesa, que vigiava os revolucionários. A ‘Operação Vagô’ não podia ser adiada. Foi desencadeada em 10 de Novembro. Os panfletos foram substituídos: em vez de instruções como fabricar bombas, denunciavam as eleições fraudulentas para a Assembleia Nacional, marcadas para daí a dois dias, e apelavam à revolta popular.

    Manuel Serra só no final do ano conseguiu accionar a intentona, levada a cabo na madrugada de 1 de Janeiro de 1962, com o assalto ao quartel de Beja. O golpe, comandado pelo capitão Varela Gomes, foi um fracasso.

    A ROTA DO VOO

    1 - 9h15 - O avião da TAP descola de Casablanca rumo a Lisboa. Entre os 19 passageiros, um comando de seis revolucionários chefiado por Palma Inácio

    2 - 10h15 - Palma Inácio entra na cabina de pilotagem e aponta o revólver de cano longo à cabeça do comandante José Marcelino

    3 - A torre de controlo autoriza o avião a aterrar na pista 05 do Aeroporto de Lisboa. O comandante inicia a aproximação, mas no último momento afasta-se da pista e vira para Sul

    4 - O avião voa perigosamente baixo. Larga, através de uma janela de emergência, milhares de panfletos sobre Lisboa, Barreiro, Setúbal, Beja e Faro

    5 - Dois caças F-84 Sabre da Força Aérea descolam da Base de Montreal: têm ordens para abater o avião da TAP – mas não o encontram

    6 - O comandante José Marcelino, um ás da aviação, escapa ás peças de artilharia de dois navios de guerra ao largo do Algarve

    7 -12h45 – Aterra em segurança no Aeroporto de Tânger, três horas e meia depois de ter descolado de Casablanca
    Manuel Catarino
    Matutino proscrito no Forum[8D]



    A história do primeiro desvio de um avião comercial

    A história do primeiro desvio de um avião comercial em todo o mundo, é já conhecida de muitos, tantas vezes já foi objecto de reportagens em jornais ou revistas, tendo mesmo sido contada no programa ZIP-ZIP, mas nunca tinha sido escrita por um familiar de um dos principais protagonistas.



    Esta é a história que tantas vezes ouvi, durante a minha vida, contada pelos meus tios, o Comandante José Sequeira Marcelino e a hospedeira Maria Luísa Infante. Hoje, 45 anos passados, vou aqui contá-la…





    Marrocos, 10 de Novembro de 1961, o Super-Constellation da TAP, Mouzinho de Albuquerque, descola do aeroporto de Casablanca com destino a Lisboa. O seu Comandante José Marcelino, a tripulação e 13 dos passageiros, não podiam imaginar que iam ficar na história da aviação e na história da luta contra o regime de Salazar.



    Cerca de 45 m após o início do voo, Hermínio da Palma Inácio, entra no cockpit e aponta um revolver à cabeça do Comandante, explicando que o avião estava a ser assaltado. O objectivo era lançarem sobre Lisboa, Barreiro, Setúbal, Beja e Faro, 100 000 folhetos, denunciando as eleições para a Assembleia Nacional que se iam realizar 2 dias depois e incitando à revolta contra o regime de Salazar, regressando depois a Tânger onde Palma Inácio e os seus 6 companheiros, deviam obter asilo político. Esta operação planeada por Henrique Galvão tinha o nome de “Operação Vagô”.



    O Comandante Marcelino, mantendo uma calma e uma presença de espírito enormes, ainda tentou impedir esta operação, alegando que o avião não tinha combustível para um voo de ida e volta a Marrocos, e que era impossível abrir as janelas do avião para lançar os folhetos. Mas, Palma Carlos mecânico de aviões, tinha uma licença de piloto de aviões comerciais e não se deixou convencer.

    Sendo da sua inteira responsabilidade a vida da tripulação e dos passageiros, bem como o avião, O Comandante José Marcelino não teve outra hipótese senão obedecer.

    O voo seguiu sem quaisquer problemas até Lisboa. Ao aproximar-se do aeroporto da Portela, o Comandante pede autorização para aterrar e faz uma simulação de aterragem tão perfeita que Palma Inácio exclama: “Que está a fazer? Se aterra somos todos presos”. Mas, no último momento, acelera os 4 motores do super-constellation, ganha altitude a afasta-se do aeroporto. Ainda tenta explicar à torre de controlo o que se passava a bordo, mas sem sucesso.



    Estava assim iniciado o histórico voo.



    Rasando a cidade de Lisboa, voando a cerca de 100 m de altitude (quase batendo na Estátua do Marquês de Pombal), evitando assim os radares e os dois caças Sabre, que entretanto tinham descolado de Monte Real com ordem de interceptar e abater o avião, caso este não aterrasse em solo português (ordem que os pilotos dos caças não cumpriram), o avião segue sempre a baixa altitude passando pelo Barreiro, Setúbal, Beja e Faro, enquanto os companheiros de Palma Inácio, ajudados pelo Comissário Orlof Esteves e pelas Hospedeiras Maria Luísa Infante e Maria del Pilar Blanco, enchiam os céus de Portugal com os 100 000 folhetos.



    Mas, os sustos ainda não tinham acabado. Já, de regresso a Marrocos, os pilotos avistam 2 navios de guerra portugueses. Só havia uma hipótese de escapar. Era voar a meia dúzia de metros acima da água por entre os dois navios, impedindo-os, assim, de utilizarem a artilharia, pois se o fizessem disparavam um contra o outro. Foi a incrível proeza que o Comandante Marcelino conseguiu.



    A calma, sempre mantida a bordo deveu-se ao bom ambiente entre “assaltantes”, que nunca mostraram as suas armas aos passageiros, e tripulação que além de ajudar a distribuir os folhetos, manteve os passageiros “entretidos” distribuindo-lhe bebidas.

    Foi só quando aterraram em Tânger, no meio dos festejos pelo êxito da operação, que os passageiros, na maioria estrangeiros, perceberam o que se tinha passado.



    Apesar das pressões do Governo português para que Marrocos extraditasse Palma Inácio e os restantes “Comandos”, eles conseguiram ir para o Brasil.



    Depois de obter garantias que o avião não estava armadilhado, o Comandante Marcelino regressou a Lisboa, sem que nada tivesse acontecido aos passageiros, à tripulação e ao avião.

    Mas, para ele, os problemas iam começar. Considerado suspeito de cumplicidade, pois, a sua escala era o Porto e não Casablanca e, foi a seu pedido que fez o voo de Casablanca/Lisboa, tendo como única razão a vontade de estar perto daquela que viria a ser a sua mulher, a hospedeira Luísa Infante, foi suspenso da TAP durante um mês e interrogado diversas vezes pela PIDE, pois nunca quis dar a conhecer a verdadeira razão para ter feito aquele voo.



    Ilibado de qualquer envolvimento no desvio do avião continuou como Comandante da TAP até à idade limite para pilotar, tendo atingido 25 000 horas de voo, mantendo#8209;se ao serviço da TAP e da aviação até aos 80 anos de idade.



    Passaram-se 36 anos até que Palma Inácio e o Comandante Marcelino se voltaram a encontrar, num almoço organizado pela Revista Visão em 1998, com todos os intervenientes naquela extraordinária aventura, cujo êxito se ficou a dever, em grande parte à perícia e experiência daquele que tinha sido um dos principais pilotos de caça da força aérea dos anos 30 e 40 e um “Ás” da aviação.

    Créditos
    BLOG SOL

    Os protagonistas na actualidade


    No passado


    O Avião dos factos
    [img]uploaded/Excalibur/2006112111516_TAP Super Constelation2.JPG[/img]



  2. #2
    Piloto de GPL JGarcia's Avatar
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    Isto dava um filme!

  3. #3
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    e de certeza que era bem melhor que aquele do vôo 93

  4. #4
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    Os antecessores do actual terrorismo... Sera que se eles não o tivessem feito já mais alguém se teria lembrado de o fazer? Pouco provável que não, mas fica a questão.... Grandas malucos!

  5. #5
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    Por Defeito

    citação:Originalmente colocada por J.Garcia

    Isto dava um filme!
    acredita!
    nao conhecia esta historia, mas ja deu para perceber que eram homens de grande coragem e com os seus principios muito bem definidos[^]

  6. #6
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    E também fomos os primeiros a desviar um paquete..o Santa Maria!

  7. #7
    Banido Excalibur's Avatar
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    citação:Originalmente colocada por J.Garcia

    Isto dava um filme!
    Infelizmente, os filmes com factos históricos contemporâneos serão realizados e produzidos por algum pais estrangeiro que se encarregará de dar uma visão deturpada ou com algum heroi que fale outra lingua no meio. [8)][8]

    Depois resta-nos criticar, tal como já o fizemos, porque desde de darem uma imagem negativa dos portugueses (Exemplo o filme 1492) a chamar Genovês ou Castelhano a Cristovão Colombo vale de tudo um pouco.

  8. #8
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    Desculpem ser desmancha prazeres.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Aircraft_hijacking

  9. #9
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    ja conhecia a historia, mas não sabia promenores sobre a fuga dos caças...

    tambem acho que dava um bom filme.

  10. #10
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    citação:Originalmente colocada por J.R.

    Desculpem ser desmancha prazeres.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Aircraft_hijacking
    Nem este está lá sequer, alguém precisa de actualizar aquilo.

    De qualquer das maneiras parece-me ter sido o primeiro no ar e com sucesso efectivo e felizmente, sem vítimas.

  11. #11
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    citação:Originalmente colocada por zombi.l

    e de certeza que era bem melhor que aquele do vôo 93
    [**]

  12. #12
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    citação:Originalmente colocada por Excalibur

    citação:Originalmente colocada por J.Garcia

    Isto dava um filme!
    Infelizmente, os filmes com factos históricos contemporâneos serão realizados e produzidos por algum pais estrangeiro que se encarregará de dar uma visão deturpada ou com algum heroi que fale outra lingua no meio. [8)][8]

    Depois resta-nos criticar, tal como já o fizemos, porque desde de darem uma imagem negativa dos portugueses (Exemplo o filme 1492) a chamar Genovês ou Castelhano a Cristovão Colombo vale de tudo um pouco.
    Também, caso seja feito por algum português, o mais provável é sair dali um bom filme para dormir.

  13. #13
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    Mas... Houve terroristas em Portugal?

    Desculpem, combatentes da Liberdade. :D

    Agora é que me deram um murro no estômago. [:0] [)]


  14. #14
    imported_Luís Dias
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    Por Defeito

    citação:Originalmente colocada por RedHeart

    citação:Originalmente colocada por Excalibur

    citação:Originalmente colocada por J.Garcia

    Isto dava um filme!
    Infelizmente, os filmes com factos históricos contemporâneos serão realizados e produzidos por algum pais estrangeiro que se encarregará de dar uma visão deturpada ou com algum heroi que fale outra lingua no meio. [8)][8]

    Depois resta-nos criticar, tal como já o fizemos, porque desde de darem uma imagem negativa dos portugueses (Exemplo o filme 1492) a chamar Genovês ou Castelhano a Cristovão Colombo vale de tudo um pouco.
    Também, caso seja feito por algum português, o mais provável é sair dali um bom filme para dormir.
    um filme para dormir e acrescento ainda com fundo do MC para um realizador extramente mal educado como foi o da branca de neve ainda se lembram????

  15. #15
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    citação:Originalmente colocada por Luís Dias

    citação:Originalmente colocada por RedHeart

    citação:Originalmente colocada por Excalibur

    citação:Originalmente colocada por J.Garcia

    Isto dava um filme!
    Infelizmente, os filmes com factos históricos contemporâneos serão realizados e produzidos por algum pais estrangeiro que se encarregará de dar uma visão deturpada ou com algum heroi que fale outra lingua no meio. [8)][8]

    Depois resta-nos criticar, tal como já o fizemos, porque desde de darem uma imagem negativa dos portugueses (Exemplo o filme 1492) a chamar Genovês ou Castelhano a Cristovão Colombo vale de tudo um pouco.
    Também, caso seja feito por algum português, o mais provável é sair dali um bom filme para dormir.
    um filme para dormir e acrescento ainda com fundo do MC para um realizador extramente mal educado como foi o da branca de neve ainda se lembram????
    Provavelmente isso também foi vanguardismo cinematográfico: o primeiro filme cego!!!

  16. #16
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    citação:Originalmente colocada por PDCouto

    citação:Originalmente colocada por J.R.

    Desculpem ser desmancha prazeres.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Aircraft_hijacking
    Nem este está lá sequer, alguém precisa de actualizar aquilo.

    De qualquer das maneiras parece-me ter sido o primeiro no ar e com sucesso efectivo e felizmente, sem vítimas.
    On June 30 1948, a Bulgarian commercial Junkers plane was successfully hijacked to Istanbul by a discharged diplomat and his family, who had to shoot dead the co-pilot (who happened to be the head of Bulgaria's civil aviation) and the radio operator in order to escape to the West.
    On September 12, 1948 a Greek T.A.E Airlines plane was successfully hijacked by 6 pro-communist students who wanted passage to Yugoslavia. The plane landed near Skopje and returned to Thessaloniki later that evening.

  17. #17
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    citação:Originalmente colocada por Carlos.L

    Mas... Houve terroristas em Portugal?

    Desculpem, combatentes da Liberdade. :D

    Agora é que me deram um murro no estômago. [:0] [)]
    Até tivémos a primeira mulher terrorista: a padeira de Aljubarrota[**]

  18. #18
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    citação:Originalmente colocada por J.R.

    Desculpem ser desmancha prazeres.
    http://en.wikipedia.org/wiki/Aircraft_hijacking
    Para não haver empolamento e más interpretações.

    O post inicial foi corrigido.

    E passou a haver esta menção.

    citação:Um dos pioneirismos passou pelo DESVIO DE UM AVIÃO COMERCIAL EM PLENO VOO !!

  19. #19
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    Sempre fomos bons a fazer asneiras!

  20. #20
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    Favor não esquecer que tambem damos lições á mafia italiana;)

  21. #21
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    Por Defeito

    Eu não sei porquê, mas tem algo a ver com provincianismo,
    que é as pessoas dizerem que fomos os primeiros a fazer isto ou
    aquilo.
    Por principio, já não acredito quando ouço algo do gênero,
    até ter confirmação. E normalmente nunca se confirma.

    Mas de qualquer maneira, neste caso não era motivo de orgulho.

  22. #22
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    Por Defeito

    POis é na bosta Portugal tá sempre entre os 1ºs!!!

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