Tópico do Gilles Villeneuve - Página 4
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Título: Tópico do Gilles Villeneuve

  1. #91
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  2. #92
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  3. #93
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  4. #94
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  5. #95

  6. #96
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  7. #97
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  8. #98
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  9. #99
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  10. #100
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    "I have just been defeated by this Villeneuve. He is really extraordinary, you should employ him"
    -James Hunt

    "He left us for still unknown reasons. Destiny deprived us of a great champion, who I loved very much. My past is full of sad memories: my father, my mother, my brother, my son. I now look back on myself and see all the people I loved. Among them there is also this great man, Gilles Villeneuve."

    -Enzo Ferrari
    Última edição por RBR : 31-08-12 às 22:58:11

  11. #101
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  12. #102
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    Imagens anexadas

  13. #103
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    Citação Originalmente Colocado por jmpub Ver Post
    E claro.. ele andava com o FIAT POWER.. lol

    Um grande piloto.. já vi alguns videos dele.. maravilha..

    Para mim, que desde sempre adorei a F1, foi um piloto que em pequeno adorava e sempre gostei.. Nelson Piquet...
    Tinha um carro dele que adorava (familias pobres vocÊs sabem, um carro já é um acontecimento... lembro-me de puto, ai com uns 5-6 anos, TV a P&B pois a cores er aum luxo, e usada, e eu ali com o meu carrito, vendo a F1...)

    Depois qd apareceu o shumi, achava-o um piloto espectacular, mas aquele tipo alemão, que metem nojo com o nariz empinado.. MAs qd ele mudou para a Ferrari, e notou-se que melhorou tb como pessoa, talvez o espirito latino da equipa, ai passou a ser a minha referencia..

    Do Senna, nunca gostei... de feitio e maneiras pouco era diferente do Shumi, tanto em pista como pessoal... e não o considerava nada de espectacular... era um optimo piloto sim, mas...

    Naquele interregno entre Piquet e Schumi, gostei do Berger, do maluco do inglês, o Mansel, e poucos mais.. o Prost não.. bom piloto mas para 2º lugar..
    Riccardo Patrese, G.Berger e J.Alesi,

  14. #104
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    "Ferrari ha homenajeado al gran piloto cuando se cumplen 30 años de su muerte. Su talento y temeridad le convirtieron en un ídolo.

    El pasado 8 de mayo, poco después de las 10.30 de la mañana, el Ferrari 312 T4 de Gilles Villeneuve volvió a rugir en el circuito de Fiorano. Numerosos admiradores y nostálgicos se reunieron en la pista de Ferrari para disfrutar de ese momento mágico. Al volante iba Jacques Villeneuve, hijo del mito y a su vez campeón del mundo de fórmula 1. Allí estuvo toda la plana mayor de la empresa, pilotos incluidos. Tampoco faltaron quienes estuvieron más cerca de Gilles, como sus mecánicos, su viuda Joann y su hija Melanie.



    Tres décadas después de su fatal desenlace se le recuerda más por la manera en la que hizo las cosas que por lo que logró: seis brillantes victorias y el subcampeonato de 1979. Si usted aún no le admira métase en YouTube y escriba “Villeneuve Dijon 1979”. Su lucha con Rene Arnoux por la segunda posición en el podio está considerada como el mejor duelo de la historia. Gilles llegó segundo, pero lo hizo de una forma tan espectacular que nos olvidamos de quién ganó aquella carrera. “Nadie puede hacer milagros”, dice su rival Jacques Laffite, “pero con Gilles a veces te lo preguntabas. Dominaba el coche de una manera que nunca he vuelto a ver. Simplemente, podía hacer cosas que el resto de nosotros no podíamos”.



    Siempre conduciendo por instinto, Gilles buscó un hueco que no existía en el circuito de Zolder (Bélgica), y tras su toque con el March de Jochen Mass a unos 225 km/h, fue golpeando contra los guardarraíles como un muñeco de trapo. Murió seis horas después en el hospital de Lovaina, a la edad de 32 años.

    Un factor fundamental que influyó en la actitud de Gilles el día de su accidente fue la rivalidad extrema con Pironi, fruto de un conflicto anterior. Durante la carrera de Imola ambos pilotos se fueron alterando en las dos primeras posiciones, hasta que un cartel desde boxes “slow” (despacio) hizo a Gilles ralentizar su marcha cuando iba en cabeza. Pero Didier le adelantó al final y a traición, lo que lógicamente enfadó muchísimo a Gilles. Por eso en Zolder quiso estar por delante de él a cualquier precio.



    El año en que Gilles murió el campeón fue Keke Rosberg, quien recuerda su vuelta al circuito el lunes después la tragedia: “La multitud y los camiones se habían ido. Lo único que quedaba del fin de semana era el helicóptero, estaba donde Gilles lo había dejado. Paré mi coche y vi cómo el viento levantaba polvo y desperdicios que chocaban contra él. Me fui a casa y comencé a preparar la siguiente carrera. Eso es lo que uno hace en días así”.



    Gilles en conocía los riesgos de la competición y le gustaba, su vida se desarrollaba alrededor del riesgo. “Estaba completamente loco”, dijo Niki Lauda. “Cuando pensabas que estabas jugando demasiado con la suerte, sabías que Gilles siempre estaría dispuesto a ir más allá. Para él era un juego, y no tengo ninguna duda de que disfrutaba arriesgando”." Em Gilles Villeneuve (1950-1982) | Car

  15. #105
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  16. #106
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  17. #107
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  18. #108
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    Gilles, ainda te recordamos

    Nem Ayrton Senna, nem Michael Schumacher: tirando TazioNuvolari, o mito, a lenda é, para mim, GillesVilleneuve. Ele foi, ainda é, será sempre, a forma como um piloto de F1 deve ser: sempre nos limites. Ganhar, ou ficar nos rails. Hoje, dia 8 de maio, faz 31 anos que ele ficou nos rails





    Escrever sobre GillesVilleneuve é, para mim, ainda hoje, uma questão de paixão: lembrá-lo torna-se quase doloroso, pois nunca mais vi nenhum outro piloto entregar-se da forma como ele fez, como ele só sabia fazer, à sua paixão – pilotar um automóvel, fosse ele qual fosse, nos limites absolutos. Mas, afinal, quem foi GillesVilleneuve? Como nasceu a semente dessa paixão?

    De neve ao asfalto

    Joseph Gilles Henri Villeneuve nasceu no Québec, na pequena cidade de Saint-Jean-sur-Richelieu, a 18 de janeiro de 1950. O seu pai tinha o estranho nome de Seville e, desde cedo, foi um dos principais apoiantes do filho. Aos 20 anos, casou-se com JoannBarthe e, desde então, nunca deixou de levar a família consigo: primeiro, a mulher; depois, os dois filhos, Jacques, nascido em 1971 e Melanie, nascida em 1973. Tal como de tudo o mais quando recordo Gilles, lembro-me bem disso – e do terror que Joann tinha em que o marido se magoasse… especialmente quando fazia as loucas corridas em estrada aberta, mesmo com a famíliatoda abordo, para gáudio dos pequenos. Ou, então, quando, sozinho, decidia fazer corridas de Ferrari, pelas auto-estradas italianas, com o seu amigo DidierPironi: quem levantasse o pé do fundo era… bom, aquilo que dizemos aos amigos, nessas ocasiões!
    GillesVilleneuve, mal saiu da escola técnica, meteu-se a fazer corridas de aceleração, tipo dragsters, com o seu Ford Mustangde 1967. Depois, aborreceu-se e inscreveu-se na escola de pilotagem de Jim Russell, no circuito de Mont-Tremblant, para poder ter licença desportiva. Comprou um velho Fórmula Ford com dois anos e venceu sete das dez corridas do campeonato regional do Québec, em 1973. No ano seguinte, subiu à Fórmula Atlantic, apesar de, como sempre, estar ‘curto’ de dinheiro.
    Entretanto, sempre atraído por desafios cada vez mais radicais, decidiu fazer corridas de motos de neve, vulgarmente chamadas snowmobile. Foi aqui, nas pistas brancas, que definiu o estilo generoso e genialmente louco da sua pilotagem futura; controlar uma máquina nos limites máximos de velocidade e aderência era a razão de ser da sua paixão; foi sempre assim, na sua carreira de menos de uma década. Aliás, ele mesmo acreditava que o seu sucesso se devia a esta experiência: “Todos os invernos, tenho garantidos três ou quatro sustos – e estou a falar de ser atirado para o gelo a uns 160 km/h! E estas coisas derrapam um bocado, o que me dá uma enorme capacidade de controlo. Além disso, a visibilidade é terrível! A menos que vás na frente, não se vê nada, com toda aquela neve a cair! É bom para as reações – e acabou com todos os meus receios sobre pilotar à chuva.” Em 1974, venceu mesmo o Campeonato do Mundo de Snowmobile!
    Em 1975, Villeneuvevenceu a sua primeira corrida de Fórmula Atlantic, debaixo de chuva torrencial, no GimliMotorsportPark. No ano seguinte, dominou o campeonato de Fórmula Atlantic, com uma equipa chamada Ecurie Canada – mesmo tendo ficado a ver do muro das boxes a última corrida, em Mosport, pois não havia dinheiro para mais! Viria a repetir o título em 1977.
    As notícias das suas façanhas depressa saíram das fronteiras do seu país: ainda em 1976, em TroisRivières, humilhouJames Hunt e mais algumas estrelas da F1 numa prova de Fórmula Atlantic. Hunt falou dele com entusiasmo na McLaren– e, a meio do ano seguinte, a equipa chegou a um acordo com ele, por cinco GP, levando-o logo para correr em Silverstone, no GP da Grã-Bretanha, ao lado de James Hunt, campeão em título, e de JochenMass, mas com um velho M23, em vez dos bem mais competitivos e atuais M26. Na Europa, ninguém sabia quem era GillesVilleneuve, o seu nome nunca tinha sido falado em lado nenhum; na verdade, nunca tinha corrido deste lado do Atlântico. Mas, depois da sua primeira prova de F1, nunca mais ninguém o esqueceu: na estreia, foi 9º nos treinos, batendo Mass; e, na corrida, fez a quinta melhor volta, mas terminou em 11º, a duas voltas, depois de problemas de aquecimento do motor do McLaren.

    O filho dileto do commendatore Enzo

    GillesVilleneuve estreou-se no dia 16 de julho de 1977. Menos de um mês depois, em agosto, Enzo Ferrari falou dele: até no seu físico miúdo e nervoso, mas principalmente na sua entrega, no seu coração do tamanho do mundo e na sua enorme coragem, fazia-lhe lembrar o seu piloto mais querido, TazioNuvolari. Então, aproveitando da melhor forma o facto de Teddy Mayer ter sido proibido, pela Marlboro, de continuar a utilizar Gilles nesse ano, por ficar demasiado caro, fez-lhe uma proposta. E, a meio desse mês, Villeneuve voou para Itália e chegou a Maranello. Uma sessão de testes em Fiorano deixou definitivamente convencido o commendatore, apesar do pequeno canadiano ter feito muitos erros e rodado em tempos um pouco lentos; no final, saiu com a certeza de estar presente nas duas últimas corridas desse ano, ao volante de um Ferrari. A chegada de Gilles à Scuderia foi uma das razões que fizeram Niki Lauda bater com a porta, antes do GP do Canadá, onde o novo herói local saiu de pista ao derrapar no óleo deixado por outro piloto, a quatro voltas do final, ficando mesmo assim classificado em 12º lugar. No Japão, Villeneuveenvolveu-se num grave acidente com Ronnie Peterson, pela quinta volta: ambos saíram de pista, com o Ferrari a passar para lá dos rails, caindo numa zona onde alguns espectadores estavam colocados, apesar de ser proibido – morreram dois e dez ficaram feridos. Após o inquérito, Villeneuve foi ilibado de qualquer responsabilidade. Mas, apesar disso, ficou aberta a porta à lenda.

    O final do mito

    Nos quatro anos seguintes, GillesVilleneuve distribuiu o seu talento pelas pistas de F1 de todo o Mundo. Ganhou seis GP e, em 1979, aceitou as ordens que lhe forma dadas, deixando JodyScheckter vencer o Campeonato do Mundo: venceu três provas, tantas quanto o sul-africano, mas perdeu o título por quatro pontos, terminando o ano em segundo lugar.
    O último ano, 1982, foi o fim. Desistiu nos dois primeiros Grandes Prémios, África do Sul e Brasil; foi desclassificado no GP dos Estados Unidos-Oeste, em Long Beach, porque o seu Ferrari tinha a asa traseira maior que o permitido, depois de ter acabado em terceiro lugar. San Marino foi o palco da sua célebre zanga com DidierPironi, seu colega de equipa e que ele considerava como um irmão, depois do francês o ter passado, vencendo a corrida contra as ordens de equipa. Então, chegou a quinta prova do Mundial, o GP da Bélgica, no circuito de Zolder. No último treino de qualificação, estava mais lento 0,1s que Pironi; a oito minutos do final, a seguir à primeira chicane, encontrou JochenMass a rodar muito mais lento, com o March. Este viu o Ferrari a aproximar-se e, na entrada para a curva Terlamenbocht, chegou-se para o lado direito, dando a linha ideal. Ao mesmo tempo, Villeneuve decidiu passar o carro mais lento pelo lado… direito. O embate foi inevitável e violento, entre os 200 e os 225 km/h; catapultado no ar, o Ferrari caiu de nariz na pista, cerca de 100 metros mais adiante, desintegrando-se. Ainda fixo ao banco, mas já sem capacete, o piloto foi lançado contra as redes de proteção. Vários pilotos pararam no local e John Watson e DerekWarwick retiraram Villeneuve das redes, com o rosto já azul. O primeiro médico chegou 35segundos depois e encontrou o piloto sem respirar, mas ainda com o coração a bater. Entubado, foi levado primeiro ao centro médico da pista e depois, de helicóptero, para o hospital da Universidade de São Rafael, onde foi confirmada uma fratura no pescoço. Quando Joann chegou, as máquinas foram desligadas. Eram 21h12m e GillesVillenueve viveu 32 anos – mais dois do que aqueles que ele dizia ter, desde que falsificou a data de nascimento para parecer mais novo perante Enzo Ferrari.
    Escritas para sempre, ficaram as palavras que ele tinha dito, ainda nessa mesma manhã: “Nunca penso que me posso magoar seriamente. Se pensar que isso pode suceder, como posso fazer o meu trabalho? Nunca se conseguirão ganhar oito décimos se estivermos a pensar num acidente, nunca conseguiremos ser tão rápidos como podemos ser. E se não conseguirmos fazer isso, então não somos pilotos de automóveis!”
    Sobre ele, um chocado JodyScheckter afirmou: “Vou sentir a falta do Gilles por duas razões. A primeira, porque era o homem mais rápido de sempre na história do desporto automóvel. A segunda, porque era o homem mais genuíno que alguma vez conheci.”



    Ler mais: Gilles, ainda te recordamos - Autosport.pt

  19. #109
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    Monaco 1979...








  20. #110
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  21. #111
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  22. #112
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  23. #113
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  24. #114
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    Para mim este foi o melhor piloto de sempre da F1.
    Em 2º o Senna.

  25. #115
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    El motor del 126 CK, un V6 a 120° de 1.496,43 cc, con doble turbocompresor KKK.

  26. #116
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    Con el 126 CK: Gilles Villeneuve por las calles de Mónaco, camino de su primera victoria a los mandos de un monoplaza con motor turboalimentado.

  27. #117
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  28. #118
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    Maranello na Via Gilles Villeneuve ao lado do circuito de Fiorano

    https://maps.google.pt/maps?q=Marane...06.24,,0,11.21


  29. #119
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    Carlos Reutemann y Gilles Villeneuve
    Ferrari 312T3
    Mónaco 1978 — with Hugo Guillermo Carbel

  30. #120
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    Gilles Villeneuve
    Ferrari 312T5
    Montreal 1980 — with Oscar Laje and Rubén Darío Albarenque

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