Além do mais a Google pode já não ter razões para manter o Firefox como seu browser protegido, mas não tem a minima razão para cortar a torneira do financiamento, ou mesmo para deixar de submeter patches e correcções ao codigo do Firefox...
Primeiro porque o market share do Firefox está a subir constantemente, e o mercado das buscas feitas a partir do Firefox é algo apetecivel. Se a Google não quisesse aposto que a Microsoft ou a Yahoo pagariam para que o seu motor de busca fosse o default que aparece ao lado da adress bar do Firefox.
E depois para a Google continua a interessar tanto como interessava antes que o Firefox "coma" market share ao Internet Explorer.
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